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pastilha e com um olho em mim e o outro olho cabelo e não olho deixando entrever a língua e um seio segredava-me coisas de nudez e de corpos de hormonas e de estrogénio e de testosterona. guardava estas verdades numa caixa hermética, um triângulo para o qual o meu corpo brotava de dentro de mim, uma aguda fonte de carne e seiva, de dentes e unhas de lábios e dedos. não somos similares. comemos um pequeno- almoço devagar. despedimo-nos. é possível que nos encontremos de novo um dia destes, com mais coisas a partilhar que apenas estes sacos de corpo. |
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