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nós há uma sombra e os ombros, por baixo das mãos, se encontram límpidos como a ave que morta se corta nas farpas, confundo-me na mescla de cores ovíparas que guardas nos olhos como lágrimas que, ainda ontem, permaneciam inertes no fundo da garganta do animal de pedra que se diz por aí, terá morrido de overdose. Onde me perdi, para me terem encontrado tão depressa? |
| groze February 11, 2009 05:36 AM PST Como sempre, maravilhosas imagens, dessas que, cada vez me convenço, só tu pareces ser capaz. | ||
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